17
jan
Birth Story, como Fabrício chegou…

Dá para ver, pelos comentários deixados aqui no blog, no Facebook e no Twitter, que vocês estão ansiosos para saber como se deu o parto do Fabrício. Eu também estou louca para contar! Pensei que fosse levar semanas até que encontrasse tempo para escrever aqui, mas somos sortudos demais, viu!? Nosso bebê é muito calminho e dorminhoco!

 

Como já sabem, Fabrício comemora hoje 1 semana de vida. E não haveria melhor data para compartilhar com vocês o que aconteceu conosco na madrugada do dia 10/01/2011, aqui em Londres.

 

Como tudo começou…

 

Já não suportava mais tanta ansiedade. Passadas as 40 semanas, ciclo completo de uma gravidez, a expectativa para a chegada do Fabrício era muito, muito grande. Já não saía de casa há cinco dias, morrendo de medo de sentir alguma coisa na rua. E essa prisão domiciliar me deixava ainda mais tensa. Por isso, no sábado, dia 8, tomei uma decisão: se o Fabrício não viesse naquele dia, o domingo seria tomado de atividades com a Mamãe. Sairíamos para bater perna e esquecer da barriga (o que naquele ponto era uma tarefa visivelmente difícil).

 

Como imaginávamos, Fabrício não apareceu naquele domingo, dia 9. Então, tomamos o metrô rumo a Knightsbridge, onde passamos nada menos que 6 horas caminhando… e comprando. =) A minha barriga devia estar absurdamente grande, porque as vendedoras comentavam e as pessoas até apontavam para mim. E eu louca para ter o Fabrício logo nos braços…

 

Quando chegamos em casa, depois daquela maratona, ainda não sentia nada de diferente, a não ser uma leve pressão nos quadris. Pedi para que Papai me fizesse uma boa massagem nas costas antes de que ele e Mamãe seguissem para o hotel, já por volta da meia-noite. Pouco depois da saída deles chegam em casa minhas irmãs, Carol e Malica, e minha prima Cacá. Elas me fazem mais massagem enquanto comemos chocolate assistindo aos piores programas na TV. Rimos muito. As meninas decidem dormir, e eu sigo para o meu quarto.

 

Será agora?

 

Já passava das duas da manhã, e o Alexandre estudava no quarto. Ele me chama para dormir, mas o meu desconforto na cama é tão grande que decido passar a noite no sofá. Chegando à sala, começo a sentir uma coisa estranha…

 

A primeira sensação de umidade. Volto ao quarto, troco o absorvente (imprescindível no fim da gravidez) e volto à sala. Sinto-me molhada de novo, e volto ao banheiro, pela segunda vez. Quando me deito no sofá, a mesma sensação. Pela terceira vez. É quando penso se aquilo poderia ser a famosa bolsa d’água que já havia estourado.

 

Com muita calma, pego o telefone e ligo para o Birth Centre, seção do Whittinghton Hospital destinada a partos humanizados. Peço orientação: digo que não sinto nenhuma dor, mas atento para o líquido que insiste em “vazar”. A midwife sugere que eu vá para o hospital para ser examinada pelo time de doulas. Afinal, com bolsa d’água não se brinca.

 

Ainda sem falar nada para ninguém (a casa toda dormia), ligo para a Mamãe e Papai e os convoco para um passeio pelo hospital. Mamãe capta a mensagem e diz que estará aqui em casa o mais rápido possível.

 

Desligo o telefone. Vem a primeira contração.

 

De início, parecia uma forte cólica menstrual. Mas bastaram alguns minutos para que eu sentisse que sim, era chegada a hora. Enquanto esperava a chegada dos meus pais, a intensidade das contrações aumentaram assustadoramente, a ponto de me deixar de joelhos no chão. Era uma dor que nascia nos quadris e descia até o pé da barriga.

 

Mamãe e Papai levam coisa de 20 minutos para chegar. Digo às meninas que fiquem em casa esperando orientações. Só valia a pena se juntar a nós caso eu realmente estivesse em trabalho de parto. De táxi, seguimos eu e Alexandre, Mamãe e Papai para o hospital.

 

No Birth Centre…

 

Já sentindo muita dor, chegamos ao Birth Centre do Whittington Hospital. Não demorou mais que 5 minutos para que fossemos atendidos por uma midwife. Muito simpática e tranquila, ela quase não perguntou nada, pois já tinha em mão todas as informações relativas a mim e ao meu bebê. É importante lembrar que estávamos em um hospital público, e como o sistema de saúde inglês utiliza um arquivo universal, a etapa “papelada para internação” foi desnecessária. Não assinamos um documento sequer.

 

Fui prontamente instalada na suíte 02 do Birth Centre. Sinal de sorte. Foi aquele quarto que escolhi mentalmente para mim, meses antes, ao fazer uma visita às instalações. Era um quarto grande, com uma cama de casal, aparelhos de pilates e uma grande banheira, onde, se tudo desse certo, teria meu filho. Coincidência ou sorte de principiante, aquele quarto esperava por mim na madrugada do dia 10.

 

Já passava das três da manhã e as contrações avançavam em ritmo acelerado. Junto a mim, Mamãe massageava as minhas costas, enquanto a doula Angélica, uma grega muito doce, me orientava a respirar corretamente quando vinha o pior da dor. Depois de ler muito sobre parto humanizado e assistir a incontáveis vídeos sobre o assunto, eu sabia que mais forte do que aquelas contrações tinha de ser a minha força de vontade em ter meu filho na água. Na minha mente vinha a conversa que tive com uma doula portuguesa, que me disse: “A sua cabeça controla o seu corpo”.

 

Depois de 3 horas de contrações, minha dilatação foi checada pela primeira vez. Apenas 2cm. Foi um balde de água fria. Ainda havia um longo caminho a ser percorrido. Além disso, ainda tive de ver a minha doula Angélica indo embora para casa. Seria a sua substituta tão boa quanto? Impressionante como que em certos momentos a gente se apega a pessoas que mal conhecemos, né?

 

Depois de tantas horas de dor, passei a sentir que meu corpo já se acostumava à situação. É claro que doía muito, muito mesmo, mas do mesmo jeito que a dor vinha… ela ia. E assim eu ia vivendo, de quatro em quatro minutos. Por horas. Na minha cabeça, mais forte do que nunca, estava o meu desejo de ter um parto sem intervenção médica, sem anestesia. O mesmo não posso dizer do Alexandre que, coitado, mal podia olhar para mim sem se sentir mal por me ver passando por aquilo tudo… e por escolha própria! Ele ainda sugeriu uma peridural à midwife, pedido que foi educadamente negado por ela. Com meu Plano de Parto em mão, ela sabia que aquele não era o meu desejo.

 

Chegam, então, ao quarto Sharon e Michelle, meu novo time de midwives. Sharon transmitiu a todos nós, de imediato, uma segurança inacreditável. Era doce e cuidadosa. Michelle estava ali para auxiliá-la e era estudante da prática. Em um ano terminará o curso de formação para midwives. Aquele era o seu primeiro parto, um momento especial para ela também. Eu não estava acreditando na minha própria sorte.

 

Chega a tropa toda…

 

Mais quatro horas se passaram e no nosso quarto já estavam Mamãe, Papai, Alexandre, Carol, Malica e minha prima Cacá. Todos juntos, unidos para o nascimento do Fabrício. Pode parecer estranho para muita gente, mas aquela tropa toda era a minha fortaleza e eu não precisava de mais nada para a chegada do nosso Príncipe.

 

Às 10h da manhã, aproximadamente, minha dilatação foi checada pela segunda vez. Nessa hora, exausta de tanta dor, pensava que se estivesse com pelo menos 7cm já seria maravilhoso: poderia entrar na piscina e sentir a água morna aliviando um pouco as contrações. Mas eu não estava com 7cm… já me encontrava COMPLETAMENTE DILATADA, com 10cm!

 

Foi o incentivo que faltava. Respirei fundo novamente e o fôlego foi renovado. Mamãe diz que minhas feições mudaram, que minha expressão foi de tanta felicidade que era como se a dor houvesse desaparecido.

 

Imediatamente, as midwives providenciaram a piscina; minutos depois, já me encontrava dentro dela, sentindo a água morna aliviando a pressão nos quadris.

 

Um alívio que durou pouco tempo…

 

… porque logo começaram as piores contrações, aquelas que ajudam a expulsar o bebê.

 

Imagino como deve ter sido difícil para todos que estavam ali no quarto presenciar um momento de tanta dor. Naquele estágio era impossível segurar aquelas contrações com respiração, apenas. Passei a urrar de dor, um som animal, difícil de descrever.

 

Enquanto Malica filmava e Carol fotografava todo o processo, Alexandre segurava a minha mão. Cacá e Papai se mantinham mais ao fundo no quarto, rezando. E Mamãe sempre perto de mim. Na minha frente, Sharon e Michelle me encorajavam, e diziam que eu estava fazendo tudo certinho. Já podiam até ver a cabecinha do Fabrício, cabeludinha. Eu mal podia crer que meu filho estava chegando.

 

Naquele estágio, a dor era insuportável. O bebê já estava “coroando”, um momento conhecido como “The Ring of Fire”. Como o nome mesmo diz, é quando a contração vem acompanhada de um ardor indescritível, um anel de fogo em volta da cabeça do bebê. Dessa hora pode-se tirar apenas um pensamento positivo: sabe-se que o “Anel de Fogo” é sinal de que o bebê já está nascendo.

 

E assim foi. Após mais umas quatro contrações, incrivelmente fortes, Fabrício nasceu. Nadando. Lindo.

 

 

Respeitando meu desejo contido no Plano de Parto, Sharon retirou Fabrício da água e o colocou nos meus braços, para que se desse o contato com a minha pele. Foi a felicidade plena. Não havia mais espaço para a dor.

 

 

Ficamos assim, juntinhos, por alguns minutos, até que deram Fabrício ao Alexandre. Também sem blusa, para que Fabrício pudesse sentir seu cheiro e pele, meu marido segurou o filho pela primeira vez.

 

 

Ainda não acredito que tudo correu de forma tão perfeita. Sem dúvida valeu a pena estudar tanto, me preparar tanto, sonhar tão alto. Sharon e Michelle foram perfeitas em suas tarefas e ficaram muito emocionadas quando Fabrício finalmente nasceu. Elas também fazem parte da nossa história de sucesso.

 

 

Em estado de graça, é assim que me sinto agora, com meu filho no colo. Ele é lindo, perfeito, calmo e muito esperto. Ser mãe é a maior felicidade que já experimentei.

 

Valeu cada enjoo.

 

Valeu cada contração.

 

Valeu cada hora em trabalho de parto.

 

Meu filho vale mais que tudo…

 

Love,

 

Mommy.





6
dez
O Plano de Parto

Uma consulta com a nossa midwife já está marcada para a próxima sexta-feira. Como temos de acompanhar com atenção as últimas semanas do Fabrício dentro da barriga, as visitas passam a ser mais frequentes a partir de agora. O grande dia está chegando! =)

 

Dito isso, já está na hora de compartilhar com vocês o nosso Birth Plan, o plano de parto, resultado de uma prática bem comum aqui na Inglaterra. Escrever um plano de parto não é obrigatório, mas a idéia me agrada porque é uma maneira de refletir sobre a chegada do bebê. É importante, no entanto, ter a consciência de que imprevistos podem fazer com que tudo o que planejamos venha por água abaixo…

 

Mas como acredito na força do pensamento positivo, lá fomos nós elaborar o Birth Plan do Fabrício! Como estávamos de acordo sobre os principais pontos do parto, escrever o BP foi muito fácil para nós dois. O texto é curto, elaborado em tópicos, e bem direto. Expressa, enfim, as nossas vontades desde a chegada da primeira contração até o momento de amamentar o filhote. Passado esse estágio e depois de impressas as cópias, ainda tivemos de fazer algumas mudanças no texto, por orientação da midwife. Ela nos convenceu, por exemplo, de que ir ao hospital durante as primeiras contrações pode ser cansativo demais para mim, e que não há melhor lugar para estar do que a nossa casa. No BP inicial, eu havia dito que queria o meu quartinho no hospital assim que tivesse a primeira contração! Nada feito…

 

Basicamente, o nosso Birth Plan diz que:

 

I) Queremos um parto natural na água, sem nenhuma anestesia. Não é de agora que penso em parto na água, uma idéia que ficou ainda mais forte depois de assistir a vários nascimentos desse tipo no YouTube. A atmosfera tranquila, a participação ativa do pai em todo o processo e o incentivo da nossa midwife foram fundamentais para tomarmos essa decisão. Por sorte, o nosso hospital tem uma ala especialmente dedicada a partos naturais, uma seção que foi reformada há pouco tempo. Como disse uma doula portuguesa que conhecemos, o parto começa na cabeça da gente, e ficar tranquila é metade do caminho andado!

 

II) Queremos uma atmosfera tranquila. Pedimos iluminação ambiente; uso da bola de pilates para aliviar as dores das contrações; acupuntura; massagem; e a chance de colocar as nossas músicas no iPod speaker que vamos levar. Temos uma lista de músicas especialmente preparada para o que pode ser uma longa espera…

 

III) Quero sentir a hora certa de “empurrar” e não ser orientada a fazê-lo antes que meu corpo esteja completamente preparado para o momento. A hipótese de uma epistomia (aquele corte que é feito para facilitar a passagem do bebê) precisa ser discutida, bem como o uso de fórceps ou ventosa. Cesárea, só em caso de emergência!

 

IV) Além do Alexandre, quero que Mamãe e Carol (a sister fotógrafa) estejam comigo na sala de parto. Para ser sincera, queria todo mundo lá, vivenciando junto a chegada do Príncipe! Por isso, se a midwife permitir, ainda coloco Papai e Malica dentro do quarto também! =)

 

V) Após o nascimento, quero skin-to-skin contact imediato. Ou seja, que o Fabrício seja colocado no meu colo para que tenhamos um tempo considerável juntos, antes que o levem para qualquer teste ou mesmo para o banho. Essa parte é muito importante para mim! =) Também quero amamentá-lo o mais cedo possível. Não vejo a hora de isso acontecer!

 

Depois de planejar tanto, só nos resta esperar e torcer para que tudo dê certo! No fundo, o mais importante é que o Fabrício chegue ao mundo com saúde e segurança. Prometo que farei um post especial contando todos os detalhes do parto, do que saiu como planejado aos elementos inesperados, ok?

 

E vocês, como imaginam a experiência do parto? Se já são mães, como foi o grande momento? Adoro ler histórias sobre o assunto…=)

 

Love,

 

Mommy.

 





26
nov
A Midwife Inglesa

Aqui na Inglaterra, todo o acompanhamento da gravidez é feito pelas chamadas midwives. Elas são como as parteiras do tempo das nossas avós, ou como as doulas, que agora voltaram à moda. Apesar de causar estranheza a nós brasileiras, que esperamos o apoio de um médico nesse momento, as midwives são muito bem treinadas e respeitadas em todo o Reino Unido.

 

Mas é claro que leva tempo para se acostumar com isso, né? Quando me descobri grávida, fiquei a-pa-vo-ra-da. Primeiro, pensei em voltar ao Brasil antes do sétimo mês; depois, cheguei a cogitar a possibilidade de trazer o meu médico para nos acompanhar na hora do parto. Enfim, passava tudo pela cabeça, menos ter o meu filho como centenas de milhares de mulheres têm todos os dias neste país. Uma bobagem, né?

 

Para que vocês entendam direitinho como tudo funciona aqui, vou contar o passo a passo que tive de seguir:

 

I) Com o resultado positivo do teste de gravidez da farmácia, fui ao posto de saúde do meu bairro (aqui todo mundo é registrado no posto de saúde local) e marquei uma consulta com a enfermeira;

 

II) No encontro com a nurse, contei que estava grávida. De acordo com a data da minha última menstruação, foi calculado que estaria com, aproximadamente, 6 semanas de gestação. Foi então que a enfermeira perguntou se eu tinha a intenção de ter o bebê, já que o aborto é legalizado aqui. Quando disse que sim, uma consulta foi marcada para o mês seguinte, já no hospital;

 

P.S.: O hospital da consulta (que será o mesmo do parto) é escolhido em conjunto com a enfermeira, mas tem de seguir o critério de proximidade à residência da gestante. A minha nurse indicou o Whittington Hospital, dizendo que ele tinha ótimas referências. Eu rezei para que fosse verdade.

 

III) Primeira crise diante do sistema! Eu não acreditava que ficaria tanto tempo assim sem ver um médico. E pior, passaria quatro semanas sem ter a certeza absoluta de que estava REALMENTE grávida. Sim, porque até então nem exame de sangue eu tinha feito! Aqui não tem Sabin em cada esquina, infelizmente…

 

IV) Go private! Foi aí que decidimos fazer as nossas ultrassonografias em uma clínica privada. Sentimos a necessidade de um acompanhamento melhor, especialmente diante do fato de que teríamos direito a apenas dois scans pelo serviço público de saúde (realizados na 12ª e na 20ª semanas). Nossa primeira ultra foi feita na 8ª semana. Que emoção! Com a indicacão de uma médica brasileira, procuramos o The Fetal Medicine Centre, uma das referências mundiais em Medicina Fetal. Super recomendo!

 

V) Já mais tranquila por saber que tudo corria bem, esperamos pela primeira consulta com a midwife, na 10ª semana. Já no primeiro bate-papo com a Jane, senti que meu pavor era exagerado. Foi mais de uma hora de conversa, na qual falei sobre a minha idéia de parto, amamentação, histórico familiar etc. Pude ver que tudo era organizado, e que o hospital era ótimo! Foi um alívio.

 

P.S.2: Duas semanas depois desse encontro, fiz um scan pelo serviço público. Foi boa a experiência porque, entre outras coisas, pude comprovar que a qualidade dos aparelhos é bem inferior ao que tinha visto no FMC. Realmente, sem comparação!

 

Até agora, foram 10 consultas com a minha midwife, entre visitas ao Hospital e ao Centro de Crianças, uma espécie de casa de apoio a grávidas e mães, também aqui nas redondezas. Quando a Mamãe estava aqui, tivemos a chance de visitar as instalações do Whittington Hospital, e ficamos impressionadas com a qualidade dos quartos, dos equipamentos, de tudo. Poderia ser, tranquilamente, um hospital particular no Brasil. Dei sorte de ter um lugar tão bom assim perto de casa. E o melhor: absolutamente de graça. Não fossem os scans feitos em uma clínica privada, o gasto seria ZERO durante toda a gravidez.

 

No encontro de hoje, a midwife checou a posição do Fabrício (continua de cabeça para baixo), os batimentos cardíacos, a pressão, e tudo corre bem. Na medição da barriga, Jane constatou que a pança tem o tamanho de 36, e não de 34 semanas, o que nos leva a crer que o Fabrício nascerá antes do dia 5 de Janeiro.

 

Tomara que sim! Eu quero o meu filhote de Papai Noel! =)

 

E vocês, hein? Acham que nosso Príncipe virá mais cedo do que o previsto? Façam suas apostas…

 

Love,

 

Mommy.