Uma novidade que vai fazer do aniversário do Fabrício ainda mais especial…

O pai do Bubu decidiu enfrentar um grande desafio: vai correr a maratona da Disney, no dia 8 de janeiro de 2012! How cool is that? Sério, que presente mais lindo o nosso filho vai ganhar… Meses de dedicação, suor e privações para, depois de 42km, entregar ao nosso gordinho a sua primeira medalha… do Mickey! =)

É claro que eu AMEI a ideia, e confesso que até fiquei com uma invejinha branca do Hubby, já que o meu atual preparo físico me permite correr, no máximo, 10km! Agora imagine o que será, para ele, correr pelo filho, tendo como cenário os parques temáticos? Isso mesmo, a maratona é realizada dentro dos parques! É muito pro meu coração disneymaníaco!


Agora, se você é ninja e também quiser correr pelo primeiro aninho do Fabrício, basta se inscrever aqui.
Como tudo que carrega a marca Disney, a maratona será cheia de momentos especiais: a presença dos personagens; um broche comemorativo; área especial para nós, torcedores… Sem falar da medalha, né, gente? Linda! Linda! Linda!

E aí? Já se animaram? Quem vai correr? Quem fica com a gente na linha de chegada?
Love,
Mommy.
Há dias que estou quicando pelo apartamento… O motivo? Já estamos com as passagens compradíssimas para passar o aniversário de 1 ano do Fabrício na Disney! Whoop! Whoop!

Que pais cheios de TOC o pobrezinho arrumou, né? O filhote mal começa a rolar no berço e já vem a mãe, cheia de planos para o evento que só vai acontecer daqui a 7 meses! É grave, gente? =)
Bom, mas a meta do post de hoje é animá-los para a nossa festinha na terra do Mickey! Muita gente já garantiu as passagens, que estão ba-ra-tís-si-mas! A organização do pacote está nas mãos da Anne, da Clan Turismo. Podem acreditar, there’s no better deal in town!
Então é isso, pessoal! Estaremos nós, em Orlando, de 04/01 a 20/01! A meta é curtir TODOS os parques maravilhosos da cidade, dar muitas gargalhadas, e ingerir VÁRIAS calorias extras (P.S.: O exagero é permitido, porque quem foi à Disney sabe que a gente gasta tudo andando pelos parques)!
Não é o paraíso, gente? Isso sem falar nas surpresas que estamos programando para o grande 10/01, o dia mais feliz das nossas vidas!
Tá difícil imaginar toda essa felicidade? A gente te ajuda!
Contando os dias…
Love,
Mommy Mouse.
Muitos de vocês já sabem disso, mas para aqueles que são novos por aqui, não vai restar a menor dúvida: o Fabrício nasceu em uma família mega organizada, hahaha! O nosso gordinho mal completou 3 meses de vida, e já estamos pensando na festança de 2012!
É, a gente sabe que ainda falta muito tempo, mas já decidimos divulgar os planos para o primeiro aninho do filhote! Portanto, pessoal, SAVE THE DATE!

Isso mesmo, gente! Já está tudo certo para comemorarmos o aniversário do Fabrício em Orlando! Com a ajuda da equipe da Clan Turismo, especialmente da Anne, que sabe TUDO sobre a Disney, vamos fazer a maior folia por lá! E com direito a tudo do bom e do melhor: hotel temático, passeios, bolo e parabéns com o Mickey… Não vai ser o máximo? =)
Então já está combinado, e não me venham dizer que não tiveram tempo para marcar férias, planejar a viagem, economizar… Não tem desculpa! Todos vocês têm de participar desse evento tão importante para a nossa família!
O plano é viajar para Orlando na primeira semana de Janeiro, e aproveitar todos os parques por 15 dias! Assim que a Clan Turismo fechar o pacote, avisamos a todos, ok?
E aí, vamos para a Disney? =)
Love,
Mommy.
Muita gente dá valor aos costumes e às tradições desde pequeno. É o meu caso. Sempre gostei de peças que contam uma história, e carregam consigo alegrias, lágrimas, memórias mil. Herdei esse gosto da minha avó Eugênia, que guardava um verdadeiro arsenal de objetos em casa. Aliás, toda a nossa família é assim, apaixonada pelos detalhes que tornam ainda mais especiais cada momento da vida. O nascimento do Fabrício, claro, não podia ser diferente: foi marcado por muitas surpresas.
Um exemplo é esse bauzinho da foto abaixo. Ele fez parte do meu enxoval, acreditam? Anos depois, ele ainda integrou os enxovais da Carol e da Malica. E hoje, totalmente reformado com o tema Yellow Submarine, faz parte da história do meu filhote! Todo o trabalho foi feito pela Mamãe, Tia Xinhoca e Madinha Osa. Não tenho nem palavras para agradecer… Ficou muito lindo!

Vocês podem imaginar o sucesso que o enxoval e as lembrancinhas do Fabrício fizeram no Birth Centre… Principalmente porque aqui na Inglaterra não se tem o costume de dar presentinhos de nascimento… uma pena! Indescritível a alegria das midwives, enfermeiras e ajudantes quando recebiam os pães de mel preparados pela Tia Xinhoca! Elas se emocionavam mesmo!

Além dos docinhos (que estavam maravilhosos), fazia parte do nosso “kit nascimento” uma tote bag personalizada, com esse mesmo desenho do Fabrício que vocês veem aqui no Blog. Depois de meses pensando em uma lembrancinha original, acho que a missão foi cumprida! Dias antes da chegada do Príncipe, estávamos nós aqui na mesa, montando tudo…

Papai, que não tem muita habilidade para essas coisas, “abastecia” as artesãs da casa, hahaha!

Não ficaram muito lindas as bolsinhas? E não precisa se preocupar, viu? As lembrancinhas não são privilégio dos ingleses, não… Mamãe vai cuidar para que cada amigo brasileiro receba o kit, com pães de mel fresquinhos! =)

Além da bolsinha, uma caixinha de madeira com pães de mel para a família e os amigos mais chegados. Tudo feito com o maior carinho pela Tia Xinhoca! É demais, né?

Obrigada a todo mundo que se desdobrou para pensar e fazer todas essas maravilhas. Vocês não têm idéia do sucesso… Nunca antes na história da Inglaterra viu-se tanta folia em torno de um nascimento!

Love,
Mommy.
Por: Mommy
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Dá para ver, pelos comentários deixados aqui no blog, no Facebook e no Twitter, que vocês estão ansiosos para saber como se deu o parto do Fabrício. Eu também estou louca para contar! Pensei que fosse levar semanas até que encontrasse tempo para escrever aqui, mas somos sortudos demais, viu!? Nosso bebê é muito calminho e dorminhoco!
Como já sabem, Fabrício comemora hoje 1 semana de vida. E não haveria melhor data para compartilhar com vocês o que aconteceu conosco na madrugada do dia 10/01/2011, aqui em Londres.
Como tudo começou…
Já não suportava mais tanta ansiedade. Passadas as 40 semanas, ciclo completo de uma gravidez, a expectativa para a chegada do Fabrício era muito, muito grande. Já não saía de casa há cinco dias, morrendo de medo de sentir alguma coisa na rua. E essa prisão domiciliar me deixava ainda mais tensa. Por isso, no sábado, dia 8, tomei uma decisão: se o Fabrício não viesse naquele dia, o domingo seria tomado de atividades com a Mamãe. Sairíamos para bater perna e esquecer da barriga (o que naquele ponto era uma tarefa visivelmente difícil).
Como imaginávamos, Fabrício não apareceu naquele domingo, dia 9. Então, tomamos o metrô rumo a Knightsbridge, onde passamos nada menos que 6 horas caminhando… e comprando. =) A minha barriga devia estar absurdamente grande, porque as vendedoras comentavam e as pessoas até apontavam para mim. E eu louca para ter o Fabrício logo nos braços…
Quando chegamos em casa, depois daquela maratona, ainda não sentia nada de diferente, a não ser uma leve pressão nos quadris. Pedi para que Papai me fizesse uma boa massagem nas costas antes de que ele e Mamãe seguissem para o hotel, já por volta da meia-noite. Pouco depois da saída deles chegam em casa minhas irmãs, Carol e Malica, e minha prima Cacá. Elas me fazem mais massagem enquanto comemos chocolate assistindo aos piores programas na TV. Rimos muito. As meninas decidem dormir, e eu sigo para o meu quarto.
Será agora?
Já passava das duas da manhã, e o Alexandre estudava no quarto. Ele me chama para dormir, mas o meu desconforto na cama é tão grande que decido passar a noite no sofá. Chegando à sala, começo a sentir uma coisa estranha…
A primeira sensação de umidade. Volto ao quarto, troco o absorvente (imprescindível no fim da gravidez) e volto à sala. Sinto-me molhada de novo, e volto ao banheiro, pela segunda vez. Quando me deito no sofá, a mesma sensação. Pela terceira vez. É quando penso se aquilo poderia ser a famosa bolsa d’água que já havia estourado.
Com muita calma, pego o telefone e ligo para o Birth Centre, seção do Whittinghton Hospital destinada a partos humanizados. Peço orientação: digo que não sinto nenhuma dor, mas atento para o líquido que insiste em “vazar”. A midwife sugere que eu vá para o hospital para ser examinada pelo time de doulas. Afinal, com bolsa d’água não se brinca.
Ainda sem falar nada para ninguém (a casa toda dormia), ligo para a Mamãe e Papai e os convoco para um passeio pelo hospital. Mamãe capta a mensagem e diz que estará aqui em casa o mais rápido possível.
Desligo o telefone. Vem a primeira contração.
De início, parecia uma forte cólica menstrual. Mas bastaram alguns minutos para que eu sentisse que sim, era chegada a hora. Enquanto esperava a chegada dos meus pais, a intensidade das contrações aumentaram assustadoramente, a ponto de me deixar de joelhos no chão. Era uma dor que nascia nos quadris e descia até o pé da barriga.
Mamãe e Papai levam coisa de 20 minutos para chegar. Digo às meninas que fiquem em casa esperando orientações. Só valia a pena se juntar a nós caso eu realmente estivesse em trabalho de parto. De táxi, seguimos eu e Alexandre, Mamãe e Papai para o hospital.
No Birth Centre…
Já sentindo muita dor, chegamos ao Birth Centre do Whittington Hospital. Não demorou mais que 5 minutos para que fossemos atendidos por uma midwife. Muito simpática e tranquila, ela quase não perguntou nada, pois já tinha em mão todas as informações relativas a mim e ao meu bebê. É importante lembrar que estávamos em um hospital público, e como o sistema de saúde inglês utiliza um arquivo universal, a etapa “papelada para internação” foi desnecessária. Não assinamos um documento sequer.
Fui prontamente instalada na suíte 02 do Birth Centre. Sinal de sorte. Foi aquele quarto que escolhi mentalmente para mim, meses antes, ao fazer uma visita às instalações. Era um quarto grande, com uma cama de casal, aparelhos de pilates e uma grande banheira, onde, se tudo desse certo, teria meu filho. Coincidência ou sorte de principiante, aquele quarto esperava por mim na madrugada do dia 10.
Já passava das três da manhã e as contrações avançavam em ritmo acelerado. Junto a mim, Mamãe massageava as minhas costas, enquanto a doula Angélica, uma grega muito doce, me orientava a respirar corretamente quando vinha o pior da dor. Depois de ler muito sobre parto humanizado e assistir a incontáveis vídeos sobre o assunto, eu sabia que mais forte do que aquelas contrações tinha de ser a minha força de vontade em ter meu filho na água. Na minha mente vinha a conversa que tive com uma doula portuguesa, que me disse: “A sua cabeça controla o seu corpo”.
Depois de 3 horas de contrações, minha dilatação foi checada pela primeira vez. Apenas 2cm. Foi um balde de água fria. Ainda havia um longo caminho a ser percorrido. Além disso, ainda tive de ver a minha doula Angélica indo embora para casa. Seria a sua substituta tão boa quanto? Impressionante como que em certos momentos a gente se apega a pessoas que mal conhecemos, né?
Depois de tantas horas de dor, passei a sentir que meu corpo já se acostumava à situação. É claro que doía muito, muito mesmo, mas do mesmo jeito que a dor vinha… ela ia. E assim eu ia vivendo, de quatro em quatro minutos. Por horas. Na minha cabeça, mais forte do que nunca, estava o meu desejo de ter um parto sem intervenção médica, sem anestesia. O mesmo não posso dizer do Alexandre que, coitado, mal podia olhar para mim sem se sentir mal por me ver passando por aquilo tudo… e por escolha própria! Ele ainda sugeriu uma peridural à midwife, pedido que foi educadamente negado por ela. Com meu Plano de Parto em mão, ela sabia que aquele não era o meu desejo.
Chegam, então, ao quarto Sharon e Michelle, meu novo time de midwives. Sharon transmitiu a todos nós, de imediato, uma segurança inacreditável. Era doce e cuidadosa. Michelle estava ali para auxiliá-la e era estudante da prática. Em um ano terminará o curso de formação para midwives. Aquele era o seu primeiro parto, um momento especial para ela também. Eu não estava acreditando na minha própria sorte.
Chega a tropa toda…
Mais quatro horas se passaram e no nosso quarto já estavam Mamãe, Papai, Alexandre, Carol, Malica e minha prima Cacá. Todos juntos, unidos para o nascimento do Fabrício. Pode parecer estranho para muita gente, mas aquela tropa toda era a minha fortaleza e eu não precisava de mais nada para a chegada do nosso Príncipe.
Às 10h da manhã, aproximadamente, minha dilatação foi checada pela segunda vez. Nessa hora, exausta de tanta dor, pensava que se estivesse com pelo menos 7cm já seria maravilhoso: poderia entrar na piscina e sentir a água morna aliviando um pouco as contrações. Mas eu não estava com 7cm… já me encontrava COMPLETAMENTE DILATADA, com 10cm!
Foi o incentivo que faltava. Respirei fundo novamente e o fôlego foi renovado. Mamãe diz que minhas feições mudaram, que minha expressão foi de tanta felicidade que era como se a dor houvesse desaparecido.
Imediatamente, as midwives providenciaram a piscina; minutos depois, já me encontrava dentro dela, sentindo a água morna aliviando a pressão nos quadris.
Um alívio que durou pouco tempo…
… porque logo começaram as piores contrações, aquelas que ajudam a expulsar o bebê.
Imagino como deve ter sido difícil para todos que estavam ali no quarto presenciar um momento de tanta dor. Naquele estágio era impossível segurar aquelas contrações com respiração, apenas. Passei a urrar de dor, um som animal, difícil de descrever.
Enquanto Malica filmava e Carol fotografava todo o processo, Alexandre segurava a minha mão. Cacá e Papai se mantinham mais ao fundo no quarto, rezando. E Mamãe sempre perto de mim. Na minha frente, Sharon e Michelle me encorajavam, e diziam que eu estava fazendo tudo certinho. Já podiam até ver a cabecinha do Fabrício, cabeludinha. Eu mal podia crer que meu filho estava chegando.
Naquele estágio, a dor era insuportável. O bebê já estava “coroando”, um momento conhecido como “The Ring of Fire”. Como o nome mesmo diz, é quando a contração vem acompanhada de um ardor indescritível, um anel de fogo em volta da cabeça do bebê. Dessa hora pode-se tirar apenas um pensamento positivo: sabe-se que o “Anel de Fogo” é sinal de que o bebê já está nascendo.
E assim foi. Após mais umas quatro contrações, incrivelmente fortes, Fabrício nasceu. Nadando. Lindo.

Respeitando meu desejo contido no Plano de Parto, Sharon retirou Fabrício da água e o colocou nos meus braços, para que se desse o contato com a minha pele. Foi a felicidade plena. Não havia mais espaço para a dor.

Ficamos assim, juntinhos, por alguns minutos, até que deram Fabrício ao Alexandre. Também sem blusa, para que Fabrício pudesse sentir seu cheiro e pele, meu marido segurou o filho pela primeira vez.

Ainda não acredito que tudo correu de forma tão perfeita. Sem dúvida valeu a pena estudar tanto, me preparar tanto, sonhar tão alto. Sharon e Michelle foram perfeitas em suas tarefas e ficaram muito emocionadas quando Fabrício finalmente nasceu. Elas também fazem parte da nossa história de sucesso.

Em estado de graça, é assim que me sinto agora, com meu filho no colo. Ele é lindo, perfeito, calmo e muito esperto. Ser mãe é a maior felicidade que já experimentei.
Valeu cada enjoo.
Valeu cada contração.
Valeu cada hora em trabalho de parto.
Meu filho vale mais que tudo…
Love,
Mommy.
Estamos a apenas 3 dias da data prevista para o nascimento do Fabrício! Woop! Woop!

Eu poderia jurar que, a essa altura do campeonato, já teria o Príncipe nos braços, mas o meu filhote já deixou claro que quem manda aqui é ELE! =) Nos últimos dias, tivemos alguns sinais de que a hora está chegando: a saída do famoso “tampão mucoso”; umas “pontadas” diferentes… Que ansiedade!
Como vocês já devem imaginar, a família inteira está na contagem regressiva para o grande dia. Quem quiser acompanhar os comentários do pessoal no Twitter, é só buscar a tag #nascefabricio, ok? Carol e Malica (minhas irmãs) serão responsáveis pelos updates assim que as contrações chegarem. Por isso, é importante que vocês sigam os tweets de @carolcaminha e @wannarock!
Não posso deixar de dizer aqui que o nosso Natal foi lindo, emocionante! O Ano Novo também, com todos em casa brindando à chegada do nosso bebê. O que mais poderíamos desejar, senão a nossa família por perto neste momento tão especial?
2011 será o grande ano das nossas vidas, podem apostar!

Love,
Mommy.
É com muita alegria que anuncio a chegada dos avós maternos e das tias do Fabrício a Londres! Praticamente um milagre, em meio a esse caos aéreo pelo qual passa a Inglaterra. Para que vocês tenham uma idéia, o aeroporto de Heathrow está operando com apenas 1/3 dos vôos. E nesse grupo, vejam a sorte, estavam as aeronaves da Carol (minha irmã que chegou na segunda) e dos meus pais, que desembarcaram ontem.
Que alívio!
Confesso: foi uma das poucas vezes que fiquei tensa durante os últimos nove meses. Imaginem só se eu entro em trabalho de parto sem eles aqui! E se eu tenho o Fabrício antes de o meu pai conseguir me ver grávida? Viram como meu filho é pé-quente? =)
De carona com a Caravana Caminha veio um “brinde” maravilhoso: a minha prima Ana Clara, a Cacá, que debuta em terras internacionais. Um amor de menina! Estamos muito felizes por tê-la aqui neste momento tão especial!
Ontem à noite desarrumamos duas malas, que vieram lotadas de presentes para o Fabrício! Estamos maravilhados com os presentes que vocês nos mandaram! Vou agradecer a cada um individualmente, mas nunca é demais deixar registrado o quanto apreciamos o carinho de vocês com o nosso Príncipe! Muito, muito obrigada MESMO! É cada coisa linda… Pode deixar que vamos tirar foto e postar aqui.
E agora que estamos juntos… pode nascer, Fabrício!

Love,
Mommy.
Já perdi as contas de quantas vezes ouvi:
— Curta todos os momentos, porque eles crescem muito rápido!
Pois é, o Fabrício nem nasceu ainda e eu já me sinto assim, impressionada com o desenvolvimento dele. Lembro-me de quando entramos na clínica para a primeira ultra e parece que que foi outro dia!

Vejam a nossa felicidade com a foto do Fabrício, ainda um feijãozinho!
Não vejo a hora de tê-lo aqui com a gente, mas ao mesmo tempo é tão bom ter a certeza de que ele está “nice and warm” dentro da minha barriga…

Love,
Mommy.
Já se passaram 37 semanas de gravidez… vamos comemorar! É um verdadeiro alívio chegar a esse ponto da gestação. Afinal de contas, se nascesse hoje, meu bebê estaria 100% formado, com os órgãos maduros, prontinhos para o primeiro sopro de vida no nosso mundo!
Nem preciso dizer que a ansiedade já tomou conta de mim, né? Além da falta de sono, tenho de me segurar para não atacar a geladeira de 5 em 5 minutos. Sair de casa, então, é uma raridade! O frio chegou com tudo, e preciso ficar bem quietinha para não correr o risco de ter meu bebê antes da chegada da Caravana Christmas, na próxima terça-feira. Há dois dias senti umas contrações leves e fiquei desesperada com a possibilidade de ter o Fabrício sem a minha mãe aqui! Sério, hahaha!
Agora que tudo já está em seu devido lugar — roupas lavadas, móveis montados, malas arrumadas —, sobra mais tempo para continuar as leituras que foram interrompidas em meio a tantas pendências.
Sempre adorei ler sobre maternidade, e comprar livros sobre o tema virou um hobby nos últimos 9 meses. Os assuntos eram vários, mas a maioria das publicações girava em torno das mudanças no corpo, da preparação para a chegada do bebê e da amamentação. Já no segundo mês de leitura, passei a ver que, apesar de relevantes, as informações trazidas nos livros eram repetitivas, e não raro tratadas como dogma, coisa que passou a me chatear bastante. Como vocês podem imaginar, não demorou muito para que me entediasse e deixasse muitos desses autores de lado.
Foi quando recebi a dica de ouro da Claudinha, uma amiga do Papai.
Ela me deu de presente aqueles que considero os dois melhores livros sobre maternidade do mercado. Estou falando de Os Segredos de uma Encantadora de Bebês e A Encantadora de Bebês Resolve Todos os Problemas.

A autora das obras, a midwife inglesa Tracy Hogg, ficou famosa pela maneira simples e eficaz de lidar com as principais questões levantadas pelos pais, perdidos depois da chegada do bebê. Problemas como dificuldades em amamentar, distúrbios no sono e cólicas eram sanados com tanta rapidez que Tracy ganhou o apelido de Baby Whisperer, em português, A Encantadora de Bebês.
Quando comecei a ler o primeiro livro, fiquei absolutamente encantada com a técnica de Tracy. Mas como não tenho um bebê ainda para testar a teoria, mandei um email para a Claudinha perguntando se o método realmente funcionava. Ela, que tem uma filhinha de 1 ano e pouco, me garantiu que sim!
Não vejo a hora de colocar em prática tudo o que li. Estou bastante determinada a seguir as orientações da Encantadora e adotar uma rotina estruturada para o bebê desde a chegada do hospital. É uma tentativa de fazer com que os bebês se adaptem ao estilo de vida dos pais, repeitando os limites de cada um dos integrantes da família.
A principal vantagem do livro, na minha opinião, é a metodologia de Tracy. Senti como se estivesse estudando para o vestibular, anotando os principais pontos, as siglas que dão as dicas da rotina a ser seguida, o calendário de amamentação etc. Também adoro a liberdade que a autora dá aos pais. Não há espaço para aquela coisa de “se você fizer isso, estará colocando a vida do seu filho em risco”, ou “quem não amamenta no peito é a pior mãe do mundo”. Pelo contrário, Tracy reconhece que cada bebê é diferente (ela até os divide em subcategorias) e adianta que a teoria que propõe talvez precise ser adaptada à realidade da família.
E vocês, acham que tanta teoria dá certo na prática?
Alguma experiência para compartilhar?
Estou louca para ver que tipo de bebê o Fabrício vai ser!
Love,
Mommy.
Uma consulta com a nossa midwife já está marcada para a próxima sexta-feira. Como temos de acompanhar com atenção as últimas semanas do Fabrício dentro da barriga, as visitas passam a ser mais frequentes a partir de agora. O grande dia está chegando! =)
Dito isso, já está na hora de compartilhar com vocês o nosso Birth Plan, o plano de parto, resultado de uma prática bem comum aqui na Inglaterra. Escrever um plano de parto não é obrigatório, mas a idéia me agrada porque é uma maneira de refletir sobre a chegada do bebê. É importante, no entanto, ter a consciência de que imprevistos podem fazer com que tudo o que planejamos venha por água abaixo…
Mas como acredito na força do pensamento positivo, lá fomos nós elaborar o Birth Plan do Fabrício! Como estávamos de acordo sobre os principais pontos do parto, escrever o BP foi muito fácil para nós dois. O texto é curto, elaborado em tópicos, e bem direto. Expressa, enfim, as nossas vontades desde a chegada da primeira contração até o momento de amamentar o filhote. Passado esse estágio e depois de impressas as cópias, ainda tivemos de fazer algumas mudanças no texto, por orientação da midwife. Ela nos convenceu, por exemplo, de que ir ao hospital durante as primeiras contrações pode ser cansativo demais para mim, e que não há melhor lugar para estar do que a nossa casa. No BP inicial, eu havia dito que queria o meu quartinho no hospital assim que tivesse a primeira contração! Nada feito…
Basicamente, o nosso Birth Plan diz que:
I) Queremos um parto natural na água, sem nenhuma anestesia. Não é de agora que penso em parto na água, uma idéia que ficou ainda mais forte depois de assistir a vários nascimentos desse tipo no YouTube. A atmosfera tranquila, a participação ativa do pai em todo o processo e o incentivo da nossa midwife foram fundamentais para tomarmos essa decisão. Por sorte, o nosso hospital tem uma ala especialmente dedicada a partos naturais, uma seção que foi reformada há pouco tempo. Como disse uma doula portuguesa que conhecemos, o parto começa na cabeça da gente, e ficar tranquila é metade do caminho andado!
II) Queremos uma atmosfera tranquila. Pedimos iluminação ambiente; uso da bola de pilates para aliviar as dores das contrações; acupuntura; massagem; e a chance de colocar as nossas músicas no iPod speaker que vamos levar. Temos uma lista de músicas especialmente preparada para o que pode ser uma longa espera…
III) Quero sentir a hora certa de “empurrar” e não ser orientada a fazê-lo antes que meu corpo esteja completamente preparado para o momento. A hipótese de uma epistomia (aquele corte que é feito para facilitar a passagem do bebê) precisa ser discutida, bem como o uso de fórceps ou ventosa. Cesárea, só em caso de emergência!
IV) Além do Alexandre, quero que Mamãe e Carol (a sister fotógrafa) estejam comigo na sala de parto. Para ser sincera, queria todo mundo lá, vivenciando junto a chegada do Príncipe! Por isso, se a midwife permitir, ainda coloco Papai e Malica dentro do quarto também! =)
V) Após o nascimento, quero skin-to-skin contact imediato. Ou seja, que o Fabrício seja colocado no meu colo para que tenhamos um tempo considerável juntos, antes que o levem para qualquer teste ou mesmo para o banho. Essa parte é muito importante para mim! =) Também quero amamentá-lo o mais cedo possível. Não vejo a hora de isso acontecer!
Depois de planejar tanto, só nos resta esperar e torcer para que tudo dê certo! No fundo, o mais importante é que o Fabrício chegue ao mundo com saúde e segurança. Prometo que farei um post especial contando todos os detalhes do parto, do que saiu como planejado aos elementos inesperados, ok?
E vocês, como imaginam a experiência do parto? Se já são mães, como foi o grande momento? Adoro ler histórias sobre o assunto…=)
Love,
Mommy.
