26
mar
{Disney} A segunda parte do dia 10/01

Como vocês viram, o nosso café com os personagens foi perfeito, uma delícia! Mas o aniversário do Fabrício ainda estava começando… apenas metade do dia 10/01 havia terminado. Aí nos perguntamos: o que fazer naquela linda tarde ensolarada? A resposta veio na hora: vamos todos ao Magic Kingdom!

 

 

Dá para ver que a farra continuou no mesmo nível, né? Tia Calol e Bubu não se largaram um só minuto! Reparem que o filhote, a essa altura do campeonato, já estava sem a roupinha do Mickey, todo tranquilão pelo parque, como se o Magic Kingdom fosse só dele! =)

 

Empolgada estava também a Família Dias Aboud, toda vestida com camiseta temática… Vocês não imaginam a minha alegria em estar ali com a minha prima e comadre querida! Sonhamos tanto em ir à Disney juntas, e lá estávamos, no dia mais especial da minha vida! Foi muito lindo!

 

 

Logo que chegamos ao Magic Kingdom, soubemos que várias Princesas se encontravam dentro da Prefeitura do Parque tirando fotos com os guests! COMO ASSIM!? Claro que a gente entrou lá correndo para garantir nossos cliques, né? A mais empolgada, claro, era a minha afilhada linda, a Maria Ady, que também é uma princesa, né? Antes das fotos, aquele retoque básico na maquiagem…

 

 

A Maria nem acreditava no que via. Eu me realizei também… Que mulher nunca sonhou ser uma princesa? Enquanto estávamos na fila, admirávamos as fantasias delas, tão perfeitas, tão reais! Até que finalmente chegou a nossa hora! Vejam como foi fofo o encontro da Maria com a Bela, a Cinderella e a Bela Adormecida!

 

 

Tia Calol e Tia Malica também aproveitaram para realizar seus sonhos de menina, e tiraram fotos com todas as Princesas. A mais fofa de todas foi esta aqui, na qual a Bela Adormecida brinca com o fato de o Fabrício estar tirando uma soneca…

 

 

Mas foi uma dormidinha rápida, porque o Fabrício não queria perder nenhum minuto daquele dia mágico! Logo que acordou, foi logo para o chão brincar, feliz da vida!

 

 

O Magic Kingdom era todo nosso aquele dia… Foi, sem dúvida, a comemoração mais perfeita que poderíamos imaginar para o nosso Bubuzinho. Será que vai virar uma tradição, esse negócio de passar o aniversário na Disney? O que vocês acham? =)

 

 

Se depender do Fabrício, acho que sim! Vejam como o aniversariante ficou encantado com o Castelo da Cinderella… Na verdade, todas aquelas cores, toda a atmosfera da Disney agradou muito o Fabrício. O ritmo foi pesado, pesadíssimo, mas ele se comportou como um verdadeiro mickeymaníaco!

 

 

 

Meu bebezinho cresceu tão rápido… No dia em que completou um aninho, Fabrício já conseguia tomar a mamadeira sozinho, ficava em pé com bastante segurança, comia comida de gente grande… Um rapaz!

 

 

Não sou mais um bebê não… quer encarar? =)

 

Love,

 

Mommy.

 

P.S.: Aquela tarde no Magic Kingdom foi curtição mesmo, e quase não tiramos fotos. Daí a ausência do resto da nossa caravana! =)





28
nov
As últimas do Brasil…

Chegamos ao final da nossa maratona no Brasil… Foi tudo maravilhoso, mas super corrido! Daí a nossa alegria redobrada com o convite para uma tarde de passeio no Lago Paranoá! Com as companhias perfeitas e aquele ventinho, Fabrício descansou… um cochilo daqueles!

 

 

Que delícia de passeio! Nosso Bubu foi mimado por todo mundo, mas principalmente pela Tia Xinhoca e pelo Tio Paulo, mais conhecidos como os tios mais babões de toda a família! Já estamos com saudades!

 

 

Comandando tudo isso estava o Tio Ju, é claro! Piloto dos mais competentes da aviação brasileira, ele também arrasa na água! Demais, né? Deu até vontade de ter um desses… Fabrício adorou o balanço do barco, o barulhinho da água… Não deu o menor trabalho!

 

 

Para nós, que estávamos sem obrigação de navegante, o bom foi curtir a paisagem na maior fofoca! Não é, Lalá?

 

 

Naqueles dias, o calor em Brasília estava praticamente insuportável, e toda a atmosfera de bagunça era convidativa para um banho no Lago. Como ainda não sabem nadar direitinho, nosso Bubu e a priminha, Maria Helena, se revezavam dentro deste balde chiquérrimo! Tudo isso com a ajuda do Tio Paulo, que dá o maior valor a uma bagunça!

 

 

Antes de sairmos do Brasil, ainda tínhamos uma intensa agenda de compromissos a cumprir, todos muito agradáveis, como um almoço finíssimo na casa da amiga Marie Thérèse! Yummy!

 

 

Outra noite importantíssima para todos nós foi a da posse do Vovô Edmílson na Academia de Letras do Brasil… Um evento que merecia traje de gala, não é, Fabrício?

 

 

O Bubu também não poderia sair de Brasília sem antes conhecer o Dindo, né? Por isso, tiramos uma tarde para visitá-lo no Banco Central (Dindo é chique), antigo local de trabalho do Papai!

 

 

Fabrício adorou o crachá de trabalho do Dindo. Para não ser esquecido, deixou marquinhas de dentes nele, e um pouco de baba também… =) Dindo é tão bonzinho que nem brigou! =)

 

 

E os encontros (foram vários) com o Luca? Uma farra com direito a brinquedoteca particular, papinha da Didi e banho na banheira da Tia Cris! Momentos maravilhosos que deixaram saudades… Assim como o sorriso lindo que o Luca dá, toda vez que vê uma câmera…

 

 

E para encerrar… Churrasco com champagne no bom e velho Spa Bonfim, a.k.a casa da Tia Vera e do Tio Paulo!

 

 

Fabrício tomou banho de piscina com o Vovô, e experimentou cada uma das quatro bóias compradas pela Tia Vera, especialmente para ele. É muito mimo, gente!

 

 

Foi a despedida perfeita, para voltarmos com as energias recarregadas e encarar o inverno londrino. E a farra também contou com convidados especialíssimos…

 

 

Diretamente de Florianópolis, vieram Tia Nunhum, Bombom e Hamílton Neto! Não temos nem palavras para agradecer, né? Tudo de bom ver todos reunidos… Tia Nunhum ficou encantada com o nosso Bubu, e não largou dele nenhum segundo! =) Vocês sabem, né? É filho da sobrinha preferida dela…=))))

 

 

Encerrando com chave de ouro, OURO MESMO… Recebemos a notícia da chegada de mais um amiguinho para o Fabrício! Parabéns, Paulinha e Paulinho! Dois amigos que amamos demais, prontos para a chegada do maior amor do mundo!

 

 

O melhor ainda está por vir…

 

Love,

 

Mommy.





6
set
Passeio com a Tia Malica

Os dias estão super corridos aqui no Brasil, por isso o atraso nos posts, pessoal! É tanta coisa para mostrar aqui, tanta mesmo, que eu nem sei por onde começar! =)

 

Como a Tia Malica amanheceu doentinha hoje, o Fabrício me pediu para publicar aqui umas fotos que os dois fizeram durante um passeio aqui debaixo do prédio. =)

 

 

Pois é, o Bubu já está “brincando debaixo do bloco”, hahaha! Se você não sabe do que estou falando, com certeza não cresceu em Brasília… É que aqui, os prédios de apartamentos são chamados de “blocos”, e toda criança que vive na capital simplesmente ama “brincar debaixo do bloco”! =) Até dos nossos funcionários o Fabrício já está íntimo… Bateu o maior papo com o Vicente, porteiro aqui do prédio há séculos (para vocês terem uma ideia, ele viu a Malica pequenininha)…

 

 

Tia Malica, claro, aproveitou para fazer umas fotos mais fashionistas do sobrinho. Ainda posto aqui um “look do dia” com os dois, hahaha!

 

 

 

Melhora logo, Tia Malica!

 

Love,

 

Mommy.

 

P.S.: Fotos by Tia Malica!





29
ago
Como diz o ditado…

…toda ausência é atrevida! =) Vejam como o Fabrício se diverte na casa da Vovó e do Vovô quando eles estão no trabalho…

 

 

E a Tia Malica ajudando na bagunça! =)

 

Love,

 

Mommy.





17
jan
Birth Story, como Fabrício chegou…

Dá para ver, pelos comentários deixados aqui no blog, no Facebook e no Twitter, que vocês estão ansiosos para saber como se deu o parto do Fabrício. Eu também estou louca para contar! Pensei que fosse levar semanas até que encontrasse tempo para escrever aqui, mas somos sortudos demais, viu!? Nosso bebê é muito calminho e dorminhoco!

 

Como já sabem, Fabrício comemora hoje 1 semana de vida. E não haveria melhor data para compartilhar com vocês o que aconteceu conosco na madrugada do dia 10/01/2011, aqui em Londres.

 

Como tudo começou…

 

Já não suportava mais tanta ansiedade. Passadas as 40 semanas, ciclo completo de uma gravidez, a expectativa para a chegada do Fabrício era muito, muito grande. Já não saía de casa há cinco dias, morrendo de medo de sentir alguma coisa na rua. E essa prisão domiciliar me deixava ainda mais tensa. Por isso, no sábado, dia 8, tomei uma decisão: se o Fabrício não viesse naquele dia, o domingo seria tomado de atividades com a Mamãe. Sairíamos para bater perna e esquecer da barriga (o que naquele ponto era uma tarefa visivelmente difícil).

 

Como imaginávamos, Fabrício não apareceu naquele domingo, dia 9. Então, tomamos o metrô rumo a Knightsbridge, onde passamos nada menos que 6 horas caminhando… e comprando. =) A minha barriga devia estar absurdamente grande, porque as vendedoras comentavam e as pessoas até apontavam para mim. E eu louca para ter o Fabrício logo nos braços…

 

Quando chegamos em casa, depois daquela maratona, ainda não sentia nada de diferente, a não ser uma leve pressão nos quadris. Pedi para que Papai me fizesse uma boa massagem nas costas antes de que ele e Mamãe seguissem para o hotel, já por volta da meia-noite. Pouco depois da saída deles chegam em casa minhas irmãs, Carol e Malica, e minha prima Cacá. Elas me fazem mais massagem enquanto comemos chocolate assistindo aos piores programas na TV. Rimos muito. As meninas decidem dormir, e eu sigo para o meu quarto.

 

Será agora?

 

Já passava das duas da manhã, e o Alexandre estudava no quarto. Ele me chama para dormir, mas o meu desconforto na cama é tão grande que decido passar a noite no sofá. Chegando à sala, começo a sentir uma coisa estranha…

 

A primeira sensação de umidade. Volto ao quarto, troco o absorvente (imprescindível no fim da gravidez) e volto à sala. Sinto-me molhada de novo, e volto ao banheiro, pela segunda vez. Quando me deito no sofá, a mesma sensação. Pela terceira vez. É quando penso se aquilo poderia ser a famosa bolsa d’água que já havia estourado.

 

Com muita calma, pego o telefone e ligo para o Birth Centre, seção do Whittinghton Hospital destinada a partos humanizados. Peço orientação: digo que não sinto nenhuma dor, mas atento para o líquido que insiste em “vazar”. A midwife sugere que eu vá para o hospital para ser examinada pelo time de doulas. Afinal, com bolsa d’água não se brinca.

 

Ainda sem falar nada para ninguém (a casa toda dormia), ligo para a Mamãe e Papai e os convoco para um passeio pelo hospital. Mamãe capta a mensagem e diz que estará aqui em casa o mais rápido possível.

 

Desligo o telefone. Vem a primeira contração.

 

De início, parecia uma forte cólica menstrual. Mas bastaram alguns minutos para que eu sentisse que sim, era chegada a hora. Enquanto esperava a chegada dos meus pais, a intensidade das contrações aumentaram assustadoramente, a ponto de me deixar de joelhos no chão. Era uma dor que nascia nos quadris e descia até o pé da barriga.

 

Mamãe e Papai levam coisa de 20 minutos para chegar. Digo às meninas que fiquem em casa esperando orientações. Só valia a pena se juntar a nós caso eu realmente estivesse em trabalho de parto. De táxi, seguimos eu e Alexandre, Mamãe e Papai para o hospital.

 

No Birth Centre…

 

Já sentindo muita dor, chegamos ao Birth Centre do Whittington Hospital. Não demorou mais que 5 minutos para que fossemos atendidos por uma midwife. Muito simpática e tranquila, ela quase não perguntou nada, pois já tinha em mão todas as informações relativas a mim e ao meu bebê. É importante lembrar que estávamos em um hospital público, e como o sistema de saúde inglês utiliza um arquivo universal, a etapa “papelada para internação” foi desnecessária. Não assinamos um documento sequer.

 

Fui prontamente instalada na suíte 02 do Birth Centre. Sinal de sorte. Foi aquele quarto que escolhi mentalmente para mim, meses antes, ao fazer uma visita às instalações. Era um quarto grande, com uma cama de casal, aparelhos de pilates e uma grande banheira, onde, se tudo desse certo, teria meu filho. Coincidência ou sorte de principiante, aquele quarto esperava por mim na madrugada do dia 10.

 

Já passava das três da manhã e as contrações avançavam em ritmo acelerado. Junto a mim, Mamãe massageava as minhas costas, enquanto a doula Angélica, uma grega muito doce, me orientava a respirar corretamente quando vinha o pior da dor. Depois de ler muito sobre parto humanizado e assistir a incontáveis vídeos sobre o assunto, eu sabia que mais forte do que aquelas contrações tinha de ser a minha força de vontade em ter meu filho na água. Na minha mente vinha a conversa que tive com uma doula portuguesa, que me disse: “A sua cabeça controla o seu corpo”.

 

Depois de 3 horas de contrações, minha dilatação foi checada pela primeira vez. Apenas 2cm. Foi um balde de água fria. Ainda havia um longo caminho a ser percorrido. Além disso, ainda tive de ver a minha doula Angélica indo embora para casa. Seria a sua substituta tão boa quanto? Impressionante como que em certos momentos a gente se apega a pessoas que mal conhecemos, né?

 

Depois de tantas horas de dor, passei a sentir que meu corpo já se acostumava à situação. É claro que doía muito, muito mesmo, mas do mesmo jeito que a dor vinha… ela ia. E assim eu ia vivendo, de quatro em quatro minutos. Por horas. Na minha cabeça, mais forte do que nunca, estava o meu desejo de ter um parto sem intervenção médica, sem anestesia. O mesmo não posso dizer do Alexandre que, coitado, mal podia olhar para mim sem se sentir mal por me ver passando por aquilo tudo… e por escolha própria! Ele ainda sugeriu uma peridural à midwife, pedido que foi educadamente negado por ela. Com meu Plano de Parto em mão, ela sabia que aquele não era o meu desejo.

 

Chegam, então, ao quarto Sharon e Michelle, meu novo time de midwives. Sharon transmitiu a todos nós, de imediato, uma segurança inacreditável. Era doce e cuidadosa. Michelle estava ali para auxiliá-la e era estudante da prática. Em um ano terminará o curso de formação para midwives. Aquele era o seu primeiro parto, um momento especial para ela também. Eu não estava acreditando na minha própria sorte.

 

Chega a tropa toda…

 

Mais quatro horas se passaram e no nosso quarto já estavam Mamãe, Papai, Alexandre, Carol, Malica e minha prima Cacá. Todos juntos, unidos para o nascimento do Fabrício. Pode parecer estranho para muita gente, mas aquela tropa toda era a minha fortaleza e eu não precisava de mais nada para a chegada do nosso Príncipe.

 

Às 10h da manhã, aproximadamente, minha dilatação foi checada pela segunda vez. Nessa hora, exausta de tanta dor, pensava que se estivesse com pelo menos 7cm já seria maravilhoso: poderia entrar na piscina e sentir a água morna aliviando um pouco as contrações. Mas eu não estava com 7cm… já me encontrava COMPLETAMENTE DILATADA, com 10cm!

 

Foi o incentivo que faltava. Respirei fundo novamente e o fôlego foi renovado. Mamãe diz que minhas feições mudaram, que minha expressão foi de tanta felicidade que era como se a dor houvesse desaparecido.

 

Imediatamente, as midwives providenciaram a piscina; minutos depois, já me encontrava dentro dela, sentindo a água morna aliviando a pressão nos quadris.

 

Um alívio que durou pouco tempo…

 

… porque logo começaram as piores contrações, aquelas que ajudam a expulsar o bebê.

 

Imagino como deve ter sido difícil para todos que estavam ali no quarto presenciar um momento de tanta dor. Naquele estágio era impossível segurar aquelas contrações com respiração, apenas. Passei a urrar de dor, um som animal, difícil de descrever.

 

Enquanto Malica filmava e Carol fotografava todo o processo, Alexandre segurava a minha mão. Cacá e Papai se mantinham mais ao fundo no quarto, rezando. E Mamãe sempre perto de mim. Na minha frente, Sharon e Michelle me encorajavam, e diziam que eu estava fazendo tudo certinho. Já podiam até ver a cabecinha do Fabrício, cabeludinha. Eu mal podia crer que meu filho estava chegando.

 

Naquele estágio, a dor era insuportável. O bebê já estava “coroando”, um momento conhecido como “The Ring of Fire”. Como o nome mesmo diz, é quando a contração vem acompanhada de um ardor indescritível, um anel de fogo em volta da cabeça do bebê. Dessa hora pode-se tirar apenas um pensamento positivo: sabe-se que o “Anel de Fogo” é sinal de que o bebê já está nascendo.

 

E assim foi. Após mais umas quatro contrações, incrivelmente fortes, Fabrício nasceu. Nadando. Lindo.

 

 

Respeitando meu desejo contido no Plano de Parto, Sharon retirou Fabrício da água e o colocou nos meus braços, para que se desse o contato com a minha pele. Foi a felicidade plena. Não havia mais espaço para a dor.

 

 

Ficamos assim, juntinhos, por alguns minutos, até que deram Fabrício ao Alexandre. Também sem blusa, para que Fabrício pudesse sentir seu cheiro e pele, meu marido segurou o filho pela primeira vez.

 

 

Ainda não acredito que tudo correu de forma tão perfeita. Sem dúvida valeu a pena estudar tanto, me preparar tanto, sonhar tão alto. Sharon e Michelle foram perfeitas em suas tarefas e ficaram muito emocionadas quando Fabrício finalmente nasceu. Elas também fazem parte da nossa história de sucesso.

 

 

Em estado de graça, é assim que me sinto agora, com meu filho no colo. Ele é lindo, perfeito, calmo e muito esperto. Ser mãe é a maior felicidade que já experimentei.

 

Valeu cada enjoo.

 

Valeu cada contração.

 

Valeu cada hora em trabalho de parto.

 

Meu filho vale mais que tudo…

 

Love,

 

Mommy.





22
dez
Que alívio!

É com muita alegria que anuncio a chegada dos avós maternos e das tias do Fabrício a Londres! Praticamente um milagre, em meio a esse caos aéreo pelo qual passa a Inglaterra. Para que vocês tenham uma idéia, o aeroporto de Heathrow está operando com apenas 1/3 dos vôos. E nesse grupo, vejam a sorte, estavam as aeronaves da Carol (minha irmã que chegou na segunda) e dos meus pais, que desembarcaram ontem.

 

Que alívio!

 

Confesso: foi uma das poucas vezes que fiquei tensa durante os últimos nove meses. Imaginem só se eu entro em trabalho de parto sem eles aqui! E se eu tenho o Fabrício antes de o meu pai conseguir me ver grávida? Viram como meu filho é pé-quente? =)

 

De carona com a Caravana Caminha veio um “brinde” maravilhoso: a minha prima Ana Clara, a Cacá, que debuta em terras internacionais. Um amor de menina! Estamos muito felizes por tê-la aqui neste momento tão especial!

 

Ontem à noite desarrumamos duas malas, que vieram lotadas de presentes para o Fabrício! Estamos maravilhados com os presentes que vocês nos mandaram! Vou agradecer a cada um individualmente, mas nunca é demais deixar registrado o quanto apreciamos o carinho de vocês com o nosso Príncipe! Muito, muito obrigada MESMO! É cada coisa linda… Pode deixar que vamos tirar foto e postar aqui.

 

E agora que estamos juntos… pode nascer, Fabrício!

 

 

Love,

 

Mommy.





24
nov
34 semanas — A barriga pesa!

Já são três da manhã aqui em Londres e a minha cabeça dói. Mãos e pés estão levemente inchados; o rosto também. De acordo com os boletins semanais que recebo desses sites de maternidade, são sintomas comuns do fim da gestação. Hoje completamos 34 semanas, yay!

 

Fizemos o nosso último scan (é assim que chamam ultrassonografia aqui) na semana passada. O Fabrício já pesava 2,2kg, o que está dentro da média dos bebês europeus. Se continuar ganhando peso na mesma velocidade, nosso filhote vai nascer com mais ou menos 3,5kg. Já pensou como vai ser gordo? Ai, que ansiedade!

 

 

Estou feliz em saber que ele também já está viradinho de cabeça para baixo. Como quero um parto normal (e na água), é muito importante que tudo esteja correndo de forma natural, sem nenhum imprevisto. Vou falar mais sobre a minha escolha de parto em outra ocasião, mas já adianto que tudo será feito na maior segurança! =)

 

Falta pouquíssimo tempo para a chegada do Príncipe, por isso estamos correndo contra o tempo. O engraçado é que pareço não sair do lugar… O enxoval já está todo pronto; mas ainda falta lavar as roupinhas. Preciso arrumar a mala da maternidade… e o berço também! Só para vocês terem uma idéia, estou agora olhando para dois estendedores lo-ta-dos, cheios de roupas que simplesmente não secam porque está muito, muito frio aqui. Alguém me ajuda! =)

 

Ontem, vejam só, peguei o metrô e fui perambular pela Oxford Street. Sinceramente, tem coisa que a gente só faz mesmo porque mora em outro país, né? Enfrentei aquela multidão de gente para dar um pulo na Mothercare e fechar o meu enxoval de maternidade (estava adiando isso há séculos). Na sacola, aqueles sutiãs de amamentação; camisola e itens de higiene íntima, como pomada para evitar rachaduras no peito etc. De tudo o que comprei aqui nesses oito meses, foram as nossas aquisições mais caras. Essa bobagem aí nos custou 100 libras, aproximadamente 300 reais. Caro, se comparado ao Brasil? Respondam, amigas grávidas! =)

 

Essa caminhada pela Oxford Street me cansou tanto que cheguei em casa com dor de cabeça. Fui tirar uma soneca, e vejam o resultado: agora já são quase 4 da manhã, e eu sem um pingo de sono. Queria tanto dormir mais e aproveitar as últimas semanas de tranquilidade… Afinal de contas, quando peço um conselho a alguma amiga que já teve filho, a resposta é unânime: durma muito! =)

 

Love,

 

Mommy.